Jacqueline Alves ~ Portfólio
Review – Livro: 1 Litro de Lágrimas, de Kito Aya (Editora NewPOP)

“Eu chorei toda vez que ela chorou…” e nós, leitores, acompanhamos cada mililitro de um litro de lágrimas.

O diário de Kito Aya é mundialmente conhecido, ainda mais pelas pessoas que apreciam a cultura japonesa e têm como hobby assistir dorama. Sim, porque, querendo ou não, o ocidente só passou a conhecer “Um Litro de Lágrimas” (一リットルの涙)  através dos chorosos 11 episódios da novela japonesa (o qual fiz uma resenha no meu próprio blog, quase homônimo), que foi exibida no Japão de outubro a dezembro de 2005, pela Fuji TV. Diferente do dorama, o livro explora as minúcias do dia a dia de Aya, desde suas tarefas escolares e afazeres domésticos aos avanços de sua doença, degeneração espinocerebelar. Também é válido salientar que diferente do dorama não existe um “par romântico” na história original do livro.

O livro é dividido em capítulos, sendo sete deles escritos por ela e oito por sua mãe, Kito Shioka. Há também dois epílogos, um com relatos da doutora que acompanhou o caso desde o início e outro da mãe, que, na sequência, finaliza a edição com o posfácio. Ainda há uma página dedicada à doença nos dias de hoje.

A História

Kito Aya é uma adolescente japonesa normal. Estudiosa e extrovertida, nunca teve dificuldades nos deveres escolares ou em fazer amigos. Aos 15 anos, começa a sentir alguns sintomas, como tonturas, perda de equilíbrio e capacidade motora. Sua mãe começa a achar tudo isso muito estranho e resolve levá-la ao hospital para saber o que está acontecendo. A doutora especialista logo detecta a doença, mas a mãe prefere manter sigilo por um tempo e só revelar a verdade após a realização de alguns exames. Quando a médica esclarece os detalhes da degeneração espinocerebelar e afirma que é uma doença incurável, Shioka perde o chão, mas não se deixa abater. Aos poucos, vai criando caminhos para que a filha tome conhecimento da enfermidade que está prestes a dominar sua adolescência de forma irreversível. A partir do momento que é revelado seu caso clínico, Aya é obrigada a mudar sua rotina diária.Seja em casa ou na escola, as coisas não são mais as mesmas. Nesta etapa, ela passa a depender muito dos outros, especialmente de seus colegas de classe, que precisam acompanhar seu ritmo mais lento, e de sua mãe, que começa a se dedicar quase 100% a ela, deixando os outros filhos um pouco de lado.

Considerações Técnicas

A história é tocante do começo ao fim. Como a maioria das pessoas que a conhecem, comecei pelo dorama. De fato, derramei quase um litro de lágrimas do primeiro ao último episódio, que, inclusive, recomendo a todos. Diferente do dorama, o livro é, obviamente, mais autobiográfico. É possível sentir a tristeza de Aya a cada linha escrita. Mesmo com sua personalidade admirável e mantendo a esperança sempre, há momentos em que tudo parece desmoronar ao seu redor e ela fraqueja. O que lhe resta é o próprio diário. Apesar de ser um caderno com folhas em branco onde despeja os avanços de sua doença, ali ela consegue substituir sua voz por palavras e abrir-se verdadeiramente.

A cada parágrafo, Aya exprime uma vontade voraz de viver. Seu desejo pela vida vai além de qualquer diagnóstico médico e, por ela, jamais desistiria. Mesmo quando descobre que a doença pode ser controlada só por algum tempo e que a tendência é progredir ainda mais, mas jamais regredir, continua a querer ser participativa e não deixa de acreditar que existe uma luz no fim do túnel.

Acredito que tudo que é capaz de nos emocionar merece ser lido. Rindo ou chorando, toda emoção merece ser valorizada. “Um Litro de Lágrimas” não nasceu pra fazer ninguém sorrir, mas sinto que sua existência literária ensina a importância de cada momento de felicidade. Os relatos de Aya têm o poder de abrir nossos olhos para o que passa despercebido pela maioria. Sons, pessoas, palavras, atitudes e o significado de tudo isso para cada um. São poucos os que param para refletir. Inicialmente, o diário foi recomendado pela doutora para que Aya praticasse a escrita como um exercício motor. Com o tempo, escrever se tornou um momento de conforto para ela, muito mais do que um aliado da fisioterapia. Não pensem que encontrarão um amontoado de lições de moral. A ideia de Shioka ao publicar o livro é de compartilhar os sentimentos de sua filha com o mundo e ajudar todos aqueles que têm a mesma doença que ela ou qualquer outra de peso semelhante. Mensagem recebida com sucesso.

Edição Brasileira – Editora NewPOP

A editora NewPop já tinha os direitos de publicação do mangá de “Um Litro de Lágrimas” e era de se esperar que conseguisse os do livro também. Assim como na primeira adaptação, o resultado não chega a ser nem satisfatório. Pessoalmente, achei bem fraco, da capa a contracapa. Vou explicar os porquês:

- A diagramação do livro poderia ter sido mais caprichada. Há capítulos que começam no fim da página, reservando apenas duas linhas para o início do mesmo;

- Encontrei diversos erros de ortografia e gramática durante a leitura. Isso é muito decepcionante, afinal, sabe-se que a editora conta com mais de dois revisores à disposição, e, portanto, erros assim não são perdoáveis;

- Como não li a versão original em japonês, não posso opinar a respeito da tradução. Porém, acho que faltou um cuidado maior na hora da escolha das palavras e dos sinônimos utilizados.

De pontos positivos, diria que as fotos do início do livro são os detalhes que mais chamaram a minha atenção. Elas mostram o avanço da doença e deixam uma sensação de devastação, que traduz fielmente o quanto alguém pode se transformar em tão pouco tempo.

Comentários Gerais

Mesmo que a editora tenha feito um adaptação quase péssima, não consigo deixar de recomendar o livro de “Um Litro de Lágrimas”. A história é triste? Sim. Você pode ficar chateado por algum tempo, pensando no quanto a Aya sofreu? Sim. E isso tudo é muito bem-vindo. Em maio de 1988, há mais de 25 anos, ela partiu, mas a mensagem deixada jamais será esquecida pela família e por todos nós, que fomos impactados tão fortemente por suas palavras e confissões.

Gostaria de compartilhar um trecho que achei incompreensível:

“Acho que tanto os pombos como as pessoas que lançaram a bomba atômica são muito irresponsáveis.”

E, claro, um trecho que achei emocionante:

“Pode deixar que ainda tenho força suficiente para te carregar nas costas e haja um terremoto ou incêndio, você será a primeira que correrei para salvar…” 

Publicado no Chuva de Nanquimblog de animê/mangá .

Mulheres na web: muito além do histórico do Dia Internacional da Mulher

Uma pesquisa americana (entre tantas outras que falam sobre o assunto) revelou que 69% das mulheres internautas usam redes sociais, contra 60% dos homens. E de 89% das mulheres com idades entre 18 e 29 anos que estão nessas redes, 69% dizem que as atualizam diariamente.

Ok, assumimos que esse post tem muito (tudo) a ver com a iminência do Dia Internacional da Mulher, mas, muito além da grandiosa data comemorativa, as mulheres merecem esse espaço de discussão. Não vamos falar de suas conquistas ao longo dos anos e todo aquele histórico de vitórias sobre a autoridade masculina. A mulher é muito mais do que isso atualmente, principalmente quando estamos falando de web.

Já é possível identificar a presença constante e diária de nós, mulheres, nas redes sociais. Assim como os homens, buscamos informações sobre nossos interesses (profissionais ou não) e acreditamos no relacionamento virtual, seja ele unicamente online ou face to face. Somos muito participativas no que diz respeito a comunidades. Isso porque, psicologicamente falando, somos mais sensíveis a tudo que acontece, e, bem, muita coisa acontece na web, logo temos o que discutir. E discutimos, compartilhamos e extravasamos essas experiências às amigas de fora do ambiente digital. Isto é o que a mulher mais sabe fazer: troca.

As marcas devem ficar de olho em nossos pitacos*, afinal, não deixaremos passar um produto de má qualidade, um mau atendimento online e publicidade enganosa que aumenta três vezes o real benefício de determinado produto. É claro que vamos nos expressar negativamente sobre o que não gostamos, mas o mesmo acontece se o produto tiver qualidade e superar as expectativas. Nesse momento, as redes sociais são o ponto de partida para a expressão feminina no ambiente digital. Blogs, sites, vídeos e podcasts são alguns dos meios escolhidos para valorizar opiniões, que não são poucas, diga-se de passagem.

Isso tudo ainda é pouco. Muitas vezes aquele pequeno pitaco sobre uma marca pode se tornar o senso comum, ou seja, aquilo que uma mulher acredita pode ser replicado para a massa feminina, tornando-se a visão da grande maioria das mulheres. É preciso se atentar a esses novos paradigmas da web, que evoluem a cada segundo nessa imensidão denominada internet.

Ah, antes que o poder distrativo da web me domine, parabéns a todas as mulheres do Brasil (inclusive para mim, obrigada). Vocês merecem ser lembradas não só hoje, mas todo dia!

*pitacos: comentários sobre determinados assuntos.

Aprenda japonês em 3 (san), 2 (ni), 1 (ichi)…

Se você é um daqueles que consome cultura pop japonesa desde a infância, certamente acompanhou o monopólio Manchetiano até o seu declínio e decadência. Assim como eu, deve concordar que, apesar do fim da emissora, a Manchete jamais caiu no esquecimento daqueles que a idolatravam.

Yu Yu Hakusho

Assistíamos aos animes e tokusatsus (Jaspion, Changeman, Jiraya e derivados) tudo em português, com dublagens memoráveis de grandes mestres do segmento. Como, por exemplo, Wendel Bezerra, dublador do salvador da Terra *lágrimas*, Goku. Mas, evoluímos e, hoje em dia, detestamos a maioria dos dubladores brasileiros. Sim, a irmã de Wendell, Úrsula Bezerra, conseguiu detonar a voz de Naruto.

http://www.youtube.com/watch?v=MVDrUaLpTUY

Ok, ok, todo esse trololo introdutório serve unicamente para apresentar uma seção, na qual serei responsável aqui no Shuffle Blog: aprenda japonês e seja menos infeliz, #brinks. Na verdade, quero mostrar que o idioma nipponico não é tão difícil assim e que pode ser bem útil àqueles que desejam assistir animes, tokusatsus, doramas, entre outros, com o áudio original e sem legendas que, na maioria das vezes, estão cheias de erros grotescos.

Pra começar, apresentarei o A I U E O. Sim, para os amados japoneses, a sequência do alfabeto funciona assim, diferente do nosso A E I O U.

Pensar dessa forma, já elimina boa parte dos problemas iniciais, que, amigo, não são poucos, viu?

A -

E -

I -

O -

U -

Não adianta saber apenas quais caracteres correspondem às letras do alfabeto. A sequência dos traços dos Kanas (escrita japonesa) deve seguir sempre uma ordem preestabelecida, veja:

Viu? Nem é tão difícil assim! #corre

Darei continuidade ao ensino do idioma japonês (Nihongo – 日本語) nas próximas postagens. Sou estudante e desejo compartilhar tudo o que sei e aprender o que for possível com vocês.

ありがとうございました!!! (obrigada por hoje)

A cultura do mangá e suas contribuições aos jovens brasileiros

A cultura japonesa criou raízes profundas no Brasil, que vão desde a grande variedade de restaurantes orientais nas grandes cidades às publicações literárias e produções artísticas nipônicas em museus, exposições e cinemas locais. O consumo de obras estrangeiras não é limitado por classe econômica, muito pelo contrário. Hoje qualquer jovem tem acesso à literatura em bibliotecas e escolas públicas. E os mangás (histórias em quadrinhos criadas no estilo japonês) não estão fora dessa equação da sociedade. Mas quais contribuições, diretas e indiretas, os mangás podem trazer aos jovens e à cultura local?

É comum ouvir que brasileiro não gosta de ler e que faz de tudo para fugir da tal literatura “difícil”, que inclui nomes como João Guimarães Rosa, Machado de Assis, José de Alencar, entre tantos outros escritores consagrados que ainda são – e provavelmente sempre serão – referências para as grandes instituições de ensino do país. Todavia, não é raro encontrar apreciadores de gibis da Turma da Mônica – que também já se renderam à cultura dos mangás com a Turma da Mônica Jovem em formato de mangá – e fiéis leitores das HQs de herói, estampadas pela Marvel, Vertigo e companhia. Essa afinidade pela leitura de quadrinhos estimula o interesse por outros materiais literários, além de ampliar o senso crítico desses leitores que se transformam e tornam-se cada vez mais exigentes à medida que leem mais. Claro que esse pulo cultural não acontece da noite para o dia. Quanto mais cedo o jovem receber estímulo literário mais fácil será a adaptação para a leitura de livros que exigem referências históricas, geográficas e sociológicas.

O mangá já se consagrou na cultura brasileira, tornando-se um nicho importante para empresas nacionais e multinacionais. Mas o processo de aceitação não foi rápido como muitos apostavam. Ninguém entendia a razão para lê-los de trás para frente, ou aquele excesso de onomatopeias encontradas em cada quadro. Os animes (desenhos animados no estilo japonês) e tokusatsus (abreviatura da expressão japonesa “tokushu satsuei”, traduzida como “filme de efeitos especiais”)transmitidos na TV aberta, principalmente na Manchete, impulsionaram o aumento da empatia do brasileiro por certos títulos publicados no Brasil, como a série Dragon Ball, Sakura Card Captors e mais recentemente One Piece e Naruto, que despertaram o interesse de crianças e adultos por mangás. Esse entendimento de massa potencializou o crescimento do mercado editorial e de áreas correlatas, onde muitos profissionais se instalaram em busca de novas oportunidades de emprego. Há, inclusive, quem se dedique unicamente a isso e consegue manter esta atividade como principal fonte de renda; seja criando conteúdo para blogs e sites, traduzindo mangás ou produzindo vídeos e reportagens sobre o assunto. O mercado nacional abriu as portas para os mangakas (palavra japonesa para designar os criadores de histórias em quadrinhos) que se interessam por desenho e criação literária; apesar de ainda ser difícil fazer parte desse novo universo editorial e conquistar popularidade. Afinal, os brasileiros disputam por espaço com os já consagrados mangakas japoneses, conhecidos pelo público mais otaku (palavra japonesa que designa um fã por um determinado assunto, nesse caso, por mangás).

Não há como negar a importância dos mangás para a cultura brasileira. A cada título anunciado pelas grandes editoras do país, como a multinacional Panini, faz a alegria de muitos jovens, que aguardam ansiosos por novidades e pelo capricho de todas as publicações nacionais. Os leitores se tornaram exigentes. Não querem pagar caro por um produto sem qualidade ou aquém do material original. E é justamente essa exigência que enriquecerá ainda mais a nossa cultura e sociedade.

Crítica - O 1º volume de One Piece é um ode à diversão

A primeira edição do mangá de One Piece é uma mistura de início de aventura com humor pastelão que cai perfeitamente bem ao plot da série. A adaptação da Panini superou todas as expectativas, tanto em questão de qualidade gráfica como em tradução, detalhes imprescindíveis que valorizam o resultado final. Todos esses pontos positivos fizeram com meu interesse pelo título aumentasse, garantindo um espaço especial para ele na minha estante. Agora já posso dizer que conheço pelo menos 1% do que essa febre pirata representa. Ou não, porque tem muito chão pela frente.

Diferente do primeiro episódio do anime, o primeiro volume do mangá detalha o passado de Luffy, o protagonista da série, e explica o contexto onde a personagem vivia e de onde surgiu seu interesse pelos sete mares. Não é de se espantar que a essência da história seja muito bem desenvolvida na primeira edição do mangá, o que não acontece de forma clara na versão animada. Apesar de competente e divertida, a narrativa é muito veloz e deixa algumas lacunas abertas e sem explicação.

Personagens importantes são apresentados, o que alimenta ainda mais a ansiedade pelos próximos volumes. A curiosidade para saber o passado e os objetivos de cada um deles é despertada pelas deixas dos coadjuvantes, que também têm grande importância para esta edição – o que dizer do líder dos bandidos da montanha que consegue a façanha de enfrentar um dos maiores piratas do mar, o famoso Shanks? E ainda surgem personagens fundamentais para a trama, Zoro e Nami, que sustentam suas aparições de forma cômica e cheia de personalidade.

Tecnicamente falando, a tradução e adaptação de Drik Sada ficaram fiéis ao original – o que não é uma tarefa muito fácil, já que o autor, Eiichiro Oda, utiliza palavras difíceis em grande parte do mangá, dificultando o trabalho do tradutor – e bem coerentes com a proposta da série. Manter as capas originais também é outro ponto positivo para adaptação. Afinal, fã que é fã espera um produto que condiz com aquilo que ele já conhece. É interessante inovar? Claro que sim. Mas não há nada melhor do que colecionar um mangá do porte de One Piece que siga o modelo japonês, que é digno de palmas por seu capricho em quase todas as publicações. As onomatopeias dispensam comentários. Sempre bem traduzidas e sem agredir os quadros de forma esdrúxula e desnecessária. Não há páginas rasgadas ou descolando, tinta escorrida nas partes onde o preto é mais forte ou páginas transparentes. Na verdade, esses detalhes técnicos devem ser itens obrigatórios para qualquer publicação, independente da editora, e a Panini cumpre bem esse papel. Como consumidora, espero que o investimento que faço em mangás seja recompensado não apenas por boas histórias e traços extraordinários, mas também por produtos de qualidade gráfica. As letras foram bem escolhidas e estão de acordo com a “pegada” pirata do mangá.

Gostaria de criticar negativamente, mas não tenho argumentos para tal. E isso não é puxação de caso para a editora, muito pelo contrário. Quando reparo em erros de português, problemas na adaptação ou qualidade do encadernado, costumo apontar os erros sem dó, seja via Twitter, Facebook, e-mail ou boca a boca, que uma hora ou outra chegam aos ouvidos dos bosses de quem publica.

Considerações finais

A primeira edição de One Piece despertou muitos risos e uma vontade imensa de começar mais uma coleção. Uma das qualidades que mais levo em consideração na escolha de um título é se ele consegue me emocionar de forma positiva. Seja rindo ou chorando, quero sentir algo ao ler ou ver alguma coisa. Um mangá que não consegue transmitir nenhum tipo de sentimento acaba caindo no esquecimento rapidamente, porque não conseguimos criar nenhum vínculo emocional com a história. Mas calma! Esse não é o caso de One Piece, que se tornou a história de piratas mais divertida que já li.

Intervenções intergalácticas no Star Wars Day
Difícil encontrar alguém que nunca tenha assistido Star Wars na vida, nem que seja apenas um dos filmes da sextologia mais famosa do planeta. A equipe XLab não é exceção. Criamos uma intervenção especial na home do site, e este post cheio de curiosidades sobre o universo de Guerra nas Estrelas.
George Lucas encheu nossos olhos com qualidade cinematográfica inovadora, personagens carismáticos e mantras que sempre serão lembrados por fãs e admiradores da série, como “Luke, eu sou o seu pai” e “Que a força esteja com você”. Essa última, por sua vez, foi escolhida pelo site oficial da saga para comemorar o Star Wars Day, May 4h (quatro de maio, em português), analogia ao jargão em inglês “May the force be with you”. A data também é conhecida como Luke Skywalker Day. O presente intergaláctico aos fãs é a sextologia completa em blu-ray, com uma extensa quantidade de bônus:
Comentários em áudio da equipe técnica;
Widescreen;
Som 6.1 DTS Surround Sound;
Entrevistas com elenco e equipe técnica;
Cenas deletadas, alternativas e estendidas;
Maquetes, figurinos e arte conceito;
Disco com documentários, incluindo making-of, erros de gravação, conversas com a equipe e sobre os efeitos especiais;
Apresentação dos aspectos técnicos dos veículos, armas e gadgets.
A Amazon está com a pré-venda exclusiva até setembro. Acompanhe as novidades sobre o lançamento no site em português.
Dia 25/05 é o aniversário de 34 anos do lançamento do primeiro filme, “Star Wars: A nova Esperança” (o 4º da saga), também conhecido como o Dia do Jedi. Ainda dá tempo! Pense em algo criativo e faça a sua homenagem também!
Site: http://www.xlab.com.br/Texto: Jacqueline Alves

Intervenções intergalácticas no Star Wars Day

Difícil encontrar alguém que nunca tenha assistido Star Wars na vida, nem que seja apenas um dos filmes da sextologia mais famosa do planeta. A equipe XLab não é exceção. Criamos uma intervenção especial na home do site, e este post cheio de curiosidades sobre o universo de Guerra nas Estrelas.

George Lucas encheu nossos olhos com qualidade cinematográfica inovadora, personagens carismáticos e mantras que sempre serão lembrados por fãs e admiradores da série, como “Luke, eu sou o seu pai” e “Que a força esteja com você”. Essa última, por sua vez, foi escolhida pelo site oficial da saga para comemorar o Star Wars Day, May 4h (quatro de maio, em português), analogia ao jargão em inglês “May the force be with you”. A data também é conhecida como Luke Skywalker Day. O presente intergaláctico aos fãs é a sextologia completa em blu-ray, com uma extensa quantidade de bônus:

  • Comentários em áudio da equipe técnica;
  • Widescreen;
  • Som 6.1 DTS Surround Sound;
  • Entrevistas com elenco e equipe técnica;
  • Cenas deletadas, alternativas e estendidas;
  • Maquetes, figurinos e arte conceito;
  • Disco com documentários, incluindo making-of, erros de gravação, conversas com a equipe e sobre os efeitos especiais;
  • Apresentação dos aspectos técnicos dos veículos, armas e gadgets.

A Amazon está com a pré-venda exclusiva até setembro. Acompanhe as novidades sobre o lançamento no site em português.

Dia 25/05 é o aniversário de 34 anos do lançamento do primeiro filme, “Star Wars: A nova Esperança” (o 4º da saga), também conhecido como o Dia do Jedi. Ainda dá tempo! Pense em algo criativo e faça a sua homenagem também!

Site: http://www.xlab.com.br/

Texto: Jacqueline Alves

Os verbetes da Internet e o que eles podem fazer por você
Quem está acostumado com o universo da Internet se depara  diariamente com verbetes para tudo quanto é tipo de situação, da  inusitada a mais banal possível. E não é só isso. Há símbolos que  traduzem muito bem as ações e reações dos indivíduos, oferecendo mais  emoção às conversas online.
A versão inglesa do dicionário Oxford adicionou três novos verbetes,  que são: LOL, OMG e ♥. A razão da inserção etimológica é que estes  verbetes são fortemente associados com a linguagem de comunicação  eletrônica, além da praticidade do uso e do conhecimento comum de quem  utiliza a web frequentemente.
Para quem não sabe, a sigla LOL significa laugh out loud (rindo alto, em português) e OMG Oh my God (Oh meu Deus, em português). Mas estas siglas não se direcionavam a  estes sentidos antigamente. OMG, por exemplo, surgiu pela primeira vez  em uma carta pessoal de 1917. LOL data de 1960, mas, na época,  significava little old lady.
O mundo real também sofre impactos com essas novas expressões.  Quantas pessoas você já viu por aí desenhando um coração com as mãos?  Para muitos pode até ser bobagem, mas esta ação não deixa de ser um  gesto comunicacional, que transmite emoção a quem recebe. LOL reflete um  estado de entusiasmo elevado ou irrefletido, que pode aparecer em  discursos reais, assim como o verbete OMG. A tecnologia móvel também  pode fazer uso destes verbetes para agilizar a comunicação entre  pessoas, encurtando palavras e frases.
A tendência é que este número cresça cada vez mais, não para  substituir palavras já existentes, mas para somar, tornando a  comunicação mais simples, rápida e simbólica.
Site: http://www.xlab.com.br/Texto: Jacqueline Alves

Os verbetes da Internet e o que eles podem fazer por você

Quem está acostumado com o universo da Internet se depara diariamente com verbetes para tudo quanto é tipo de situação, da inusitada a mais banal possível. E não é só isso. Há símbolos que traduzem muito bem as ações e reações dos indivíduos, oferecendo mais emoção às conversas online.

A versão inglesa do dicionário Oxford adicionou três novos verbetes, que são: LOL, OMG e ♥. A razão da inserção etimológica é que estes verbetes são fortemente associados com a linguagem de comunicação eletrônica, além da praticidade do uso e do conhecimento comum de quem utiliza a web frequentemente.

Para quem não sabe, a sigla LOL significa laugh out loud (rindo alto, em português) e OMG Oh my God (Oh meu Deus, em português). Mas estas siglas não se direcionavam a estes sentidos antigamente. OMG, por exemplo, surgiu pela primeira vez em uma carta pessoal de 1917. LOL data de 1960, mas, na época, significava little old lady.

O mundo real também sofre impactos com essas novas expressões. Quantas pessoas você já viu por aí desenhando um coração com as mãos? Para muitos pode até ser bobagem, mas esta ação não deixa de ser um gesto comunicacional, que transmite emoção a quem recebe. LOL reflete um estado de entusiasmo elevado ou irrefletido, que pode aparecer em discursos reais, assim como o verbete OMG. A tecnologia móvel também pode fazer uso destes verbetes para agilizar a comunicação entre pessoas, encurtando palavras e frases.

A tendência é que este número cresça cada vez mais, não para substituir palavras já existentes, mas para somar, tornando a comunicação mais simples, rápida e simbólica.

Site: http://www.xlab.com.br/

Texto: Jacqueline Alves

Easter Eggs na web: experiência divertida mesmo sem chocolate
Você conhece alguém que não gosta de chocolate? Claro, deve  ter, mas não são encontrados com facilidade. Há quem tenha alergia, e  isso é deveras triste. Mas há uma alternativa divertida que pode  amenizar a situação: os chamados Easter Eggs na web. Sim, eles  existem. Mas a experiência com os tais Ovos de Páscoa será totalmente  virtual, nada paladartivo. A analogia vem das surpresinhas que são  encontradas em Ovos de Páscoa de chocolate.
Easter Eggs (Ovos da Páscoa em inglês) são brincadeiras e  segredos escondidos em páginas da web, jogos, programas, filmes, dentre  outros. Esses códigos são inofensivos e, geralmente, não são encontrados  com facilidade, mesmo que o usuário utilize o software por anos. Muitos  confundem esses códigos ocultos com mensagens subliminares, mas não se  engane. Easter Eggs são segredos virtuais, que não dão dicas imagéticas ou textuais.
Há diversas empresas que utilizam esse conceito para criar funções  secretas aos softwares. A versão 3.0 do Mozilla Firefox veio com o  comando about:robots que, se digitado na barra de endereços,  levaria à página do robô mascote desta versão, contendo frases  relacionadas a filmes de ficção científica, como “Eu, Robô”, “Blade  Runner” e “O guia do mochileiro das galáxias”. Ainda nesta versão, foi  criada uma sátira de Evangelhos e escritos religiosos. Ao digitar about:mozilla na barra de endereços do Firefox, o usuário era levado para uma página  vermelha com um versículo bíblico escrito. O texto, supostamente, faz  referência ao próprio navegador, citando um exército de seguidores de  uma criatura renascida, que “sacrificaram lavouras com fogo, com a  astúcia das raposas”. Neste versículo ainda são encontrados dois links  nas palavras texto sagrado, que leva à página do Manifesto da Fundação Mozilla, e em contaram, cujo destino é a página do newsletter da comunidade do Projeto Mozilla.
O µTorrent (compartilhador de arquivos via torrent) trouxe à tona um  dos minigames mais clássicos da história: o Tetris. Na seção Sobre µTorrent do programa, pressione CTRL + T e aparecerá uma pequena janela que se transforma na mesa do jogo.
No Freecell (jogo de cartas do Windows) da versão do Windows XP é possível evitar derrotas pressionando Ctrl+Shift+F10 durante o jogo. Na janela seguinte, selecione Anular (ou Abort). Clique em qualquer uma das cartas para ganhar o jogo. No jogo Paciência, pressione Alt+Shift+2 durante a partida para vencer tranquilamente.
O Windows Live Messenger (ferramenta de mensagem instantânea mais  usada no mundo) possui alguns emoticons ocultos. Há dois emoticons que  não aparecem na lista oficial do programa, que são o console Xbox da  Microsoft (xx) e um cigarro queimando (ci).
Existe uma infinidade de Easter Eggs espalhados pela web,  mensurá-los é praticamente impossível. Aproveite a sua Páscoa e vasculhe  os seus programas, jogos e sites preferidos em busca de surpresinhas  divertidas. É um bom presente virtual!
Site: http://www.xlab.com.br/Texto: Jacqueline Alves

Easter Eggs na web: experiência divertida mesmo sem chocolate

Você conhece alguém que não gosta de chocolate? Claro, deve ter, mas não são encontrados com facilidade. Há quem tenha alergia, e isso é deveras triste. Mas há uma alternativa divertida que pode amenizar a situação: os chamados Easter Eggs na web. Sim, eles existem. Mas a experiência com os tais Ovos de Páscoa será totalmente virtual, nada paladartivo. A analogia vem das surpresinhas que são encontradas em Ovos de Páscoa de chocolate.

Easter Eggs (Ovos da Páscoa em inglês) são brincadeiras e segredos escondidos em páginas da web, jogos, programas, filmes, dentre outros. Esses códigos são inofensivos e, geralmente, não são encontrados com facilidade, mesmo que o usuário utilize o software por anos. Muitos confundem esses códigos ocultos com mensagens subliminares, mas não se engane. Easter Eggs são segredos virtuais, que não dão dicas imagéticas ou textuais.

Há diversas empresas que utilizam esse conceito para criar funções secretas aos softwares. A versão 3.0 do Mozilla Firefox veio com o comando about:robots que, se digitado na barra de endereços, levaria à página do robô mascote desta versão, contendo frases relacionadas a filmes de ficção científica, como “Eu, Robô”, “Blade Runner” e “O guia do mochileiro das galáxias”. Ainda nesta versão, foi criada uma sátira de Evangelhos e escritos religiosos. Ao digitar about:mozilla na barra de endereços do Firefox, o usuário era levado para uma página vermelha com um versículo bíblico escrito. O texto, supostamente, faz referência ao próprio navegador, citando um exército de seguidores de uma criatura renascida, que “sacrificaram lavouras com fogo, com a astúcia das raposas”. Neste versículo ainda são encontrados dois links nas palavras texto sagrado, que leva à página do Manifesto da Fundação Mozilla, e em contaram, cujo destino é a página do newsletter da comunidade do Projeto Mozilla.

O µTorrent (compartilhador de arquivos via torrent) trouxe à tona um dos minigames mais clássicos da história: o Tetris. Na seção Sobre µTorrent do programa, pressione CTRL + T e aparecerá uma pequena janela que se transforma na mesa do jogo.

No Freecell (jogo de cartas do Windows) da versão do Windows XP é possível evitar derrotas pressionando Ctrl+Shift+F10 durante o jogo. Na janela seguinte, selecione Anular (ou Abort). Clique em qualquer uma das cartas para ganhar o jogo. No jogo Paciência, pressione Alt+Shift+2 durante a partida para vencer tranquilamente.

O Windows Live Messenger (ferramenta de mensagem instantânea mais usada no mundo) possui alguns emoticons ocultos. Há dois emoticons que não aparecem na lista oficial do programa, que são o console Xbox da Microsoft (xx) e um cigarro queimando (ci).

Existe uma infinidade de Easter Eggs espalhados pela web, mensurá-los é praticamente impossível. Aproveite a sua Páscoa e vasculhe os seus programas, jogos e sites preferidos em busca de surpresinhas divertidas. É um bom presente virtual!

Site: http://www.xlab.com.br/

Texto: Jacqueline Alves

Dia da Mentira: a mentira como verdade momentânea
O Dia da Mentira é celebrado por diversos países. Na Inglaterra, o dia é conhecido como April Fool’s Day (Dia dos Tolos de Abril); na Itália e na França ele é chamado, respectivamente, Pesce d’Aprile e Poisson d’Avril,  literalmente “peixe de abril”. Muitas empresas utilizam este dia para  disseminar notícias que nem sempre são verídicas, mas que acabam caindo  na boca do povo tornando-se verdades momentâneas.
O surgimento do Dia da Mentira é um mistério. A explicação mais  conhecida é que em 1564, o rei francês Carlos IX determinou a mudança da  data do Ano Novo, que era comemorado no dia 25 de março e festejado até  o primeiro de abril, para o 1º de janeiro. Depois disso, criou-se o  costume de fazer de bobo aquele que celebrava a passagem de ano na data  errada. Acreditando nesta ou em outra versão não muda o fato que a data é  bem popular na internet, onde as notícias tendem a ser compartilhadas  na velocidade de um viral.
O Google costuma alastrar notícias que, pela capacidade de inovação  do maior sistema de buscas do mundo, são facilmente acreditáveis. Depois  você percebe que foi enganado e mente para os amigos dizendo que não  acreditou. Veja algumas mentiras que o Google conta:
Gmail no Papel: propõe entregar aos usuários todas as suas mensagens eletrônicas impressas.
Google’s MentalPlex: cria um novo sistema de busca rápida e inteligente com a tecnologia MentalPlex.
Google PigeonRank: anuncia nova tecnologia de Page Rank que funciona através de pombos.
Google planeja ter uma base na Lua: abre processo seletivo para candidatos que gostariam de trabalhar na nova sede do Google na Lua.
Google Gulp: divulga a criação de uma bebida que aumenta a eficiência na navegação.
Google Romance: afirma que desde 2006, mas ainda em  fase de testes, o serviço Google Romance armazena perfis e tenta  aproximar casais por suas afinidades.
No ano passado, o Google anunciou a mudança do seu nome para  “Topeka”. Topeka é uma cidade norte-americana que no mês passado mudou  seu nome para “Google”. Emocionada com este gesto, a empresa, então,  teria feito o inverso. Outra atitude que deu o que falar foi o anuncio  de que a empresa ainda iria começar a utilizar energia nuclear.
Até o Bill Gates já foi alvo de mentira. A lorota da vez é que o  co-fundador da Microsoft tem um chip implantado no couro cabeludo que,  em caso de sequestro, poderá ser localizado rapidamente. O mesmo  acontece com Steve Jobs, presidente da Apple. Para quem desejava ter  vida fácil, melhor procurar outros meios.
Neste ano, tivemos até agora o lançamento do Angry Nerds e de uma loja de compra coletiva voltada aos hipsters. E o Google, que não poderia ficar de fora, anunciou que está contratando funcionários para trabalhar na empresa como Autocompleter,  além do lançamento do Gmail Motion, que possibilita realizar ações na caixa de e-mail somente com gestos, no melhor estilo Kinect Hacks. E ainda foi lançado o YouTube 1911, mostrando os cinco principais virais de 100 anos atrás.
O poder da mentira é tão grande que ainda tem gente que acredita que  Elvis não morreu… Conte a sua mentira, quem sabe ela se torna uma  lenda urbana. E não se esqueça de duvidar, pelo menos hoje, do que as  pessoas dizem.
Site: http://www.xlab.com.br/Texto: Jacqueline Alves

Dia da Mentira: a mentira como verdade momentânea

O Dia da Mentira é celebrado por diversos países. Na Inglaterra, o dia é conhecido como April Fool’s Day (Dia dos Tolos de Abril); na Itália e na França ele é chamado, respectivamente, Pesce d’Aprile e Poisson d’Avril, literalmente “peixe de abril”. Muitas empresas utilizam este dia para disseminar notícias que nem sempre são verídicas, mas que acabam caindo na boca do povo tornando-se verdades momentâneas.

O surgimento do Dia da Mentira é um mistério. A explicação mais conhecida é que em 1564, o rei francês Carlos IX determinou a mudança da data do Ano Novo, que era comemorado no dia 25 de março e festejado até o primeiro de abril, para o 1º de janeiro. Depois disso, criou-se o costume de fazer de bobo aquele que celebrava a passagem de ano na data errada. Acreditando nesta ou em outra versão não muda o fato que a data é bem popular na internet, onde as notícias tendem a ser compartilhadas na velocidade de um viral.

O Google costuma alastrar notícias que, pela capacidade de inovação do maior sistema de buscas do mundo, são facilmente acreditáveis. Depois você percebe que foi enganado e mente para os amigos dizendo que não acreditou. Veja algumas mentiras que o Google conta:

Gmail no Papel: propõe entregar aos usuários todas as suas mensagens eletrônicas impressas.

Google’s MentalPlex: cria um novo sistema de busca rápida e inteligente com a tecnologia MentalPlex.

Google PigeonRank: anuncia nova tecnologia de Page Rank que funciona através de pombos.

Google planeja ter uma base na Lua: abre processo seletivo para candidatos que gostariam de trabalhar na nova sede do Google na Lua.

Google Gulp: divulga a criação de uma bebida que aumenta a eficiência na navegação.

Google Romance: afirma que desde 2006, mas ainda em fase de testes, o serviço Google Romance armazena perfis e tenta aproximar casais por suas afinidades.

No ano passado, o Google anunciou a mudança do seu nome para “Topeka”. Topeka é uma cidade norte-americana que no mês passado mudou seu nome para “Google”. Emocionada com este gesto, a empresa, então, teria feito o inverso. Outra atitude que deu o que falar foi o anuncio de que a empresa ainda iria começar a utilizar energia nuclear.

Até o Bill Gates já foi alvo de mentira. A lorota da vez é que o co-fundador da Microsoft tem um chip implantado no couro cabeludo que, em caso de sequestro, poderá ser localizado rapidamente. O mesmo acontece com Steve Jobs, presidente da Apple. Para quem desejava ter vida fácil, melhor procurar outros meios.

Neste ano, tivemos até agora o lançamento do Angry Nerds e de uma loja de compra coletiva voltada aos hipsters. E o Google, que não poderia ficar de fora, anunciou que está contratando funcionários para trabalhar na empresa como Autocompleter,  além do lançamento do Gmail Motion, que possibilita realizar ações na caixa de e-mail somente com gestos, no melhor estilo Kinect Hacks. E ainda foi lançado o YouTube 1911, mostrando os cinco principais virais de 100 anos atrás.

O poder da mentira é tão grande que ainda tem gente que acredita que Elvis não morreu… Conte a sua mentira, quem sabe ela se torna uma lenda urbana. E não se esqueça de duvidar, pelo menos hoje, do que as pessoas dizem.

Site: http://www.xlab.com.br/

Texto: Jacqueline Alves

Publicidade não pede licença
Até que ponto a publicidade atrapalha a sua navegação? Faça essa pergunta a si mesmo quando estiver conectado às redes sociais ou sites que costuma acessar, e repare na quantidade de pop-ups que pulam em seu monitor, atrapalhando um clique ou uma mensagem escrita. Provavelmente haverá unanimidade nas respostas, com exceção das empresas que disponibilizam o espaço publicitário para o próprio benefício: financeiro.É de conhecimento comum que a publicidade é muito mais que uma apresentação de produtos, marcas, empresas e serviços. Ela gira em torno de um mercado inquieto, que busca no psicológico das pessoas um caminho para alcançar a persuasão, o convencimento. Cores, imagens, textos, design, rimas, trocadilhos, metáforas, metonímias – tudo isso contribui a favor das peças publicitárias, que estão cada vez mais refinadas e apoiadas a questões humanísticas e ambientais.Convencer pela imagem esteticamente apreciável não é mais suficiente. Empresas buscam alternativas online para equilibrar suas veiculações, que não são poucas: revistas, jornais, outdoor, televisão, rádio, busdoor, dentre outros.  A ideia é estar em todos os lugares, comunicando a mesma coisa, mas de forma diferente e criativa, mesmo que seja necessário invadir o perfil pessoal no Facebook, adicionar um assunto promocional nos Trending Topics do Twitter ou colocar um vídeo no Youtube que abra simultaneamente ao vídeo escolhido pelo usuário.O Google posiciona a publicidade dos seus clientes, adicionando links patrocinados nas buscas, além das campanhas acopladas ao Gmail, que acabam sendo vistas não deliberadamente através da leitura diária de e-mails. Já o Facebook utiliza ferramentas que questionam os usuários sobre suas percepções em relação às publicidades presentes na rede social. Funciona como uma enquete, onde o usuário escolhe se quer ou não receber aquele tipo de campanha ou opina sobre a relevância da mesma. É uma atitude inovadora, mas não isenta o excesso de propaganda existente. A publicidade continua no cotidiano virtual do internauta, que nem sempre tem o poder de escolha.Enquanto a publicidade oferecer lucro às empresas, estas ações tendem a continuar. Afinal, ainda não foi encontrado um indivíduo que abandonou as redes sociais pelo uso desmedido da propaganda; reclama, mas segue acessando e motivando outras pessoas a fazer o mesmo. Para quem deseja escapar, mesmo que por algumas horas, do bombardeio da publicidade assista este trailer: http://www.youtube.com/watch?v=f9vu3dUMQ1s
Site: http://www.xlab.com.br/Texto: Jacqueline Alves

Publicidade não pede licença

Até que ponto a publicidade atrapalha a sua navegação? Faça essa pergunta a si mesmo quando estiver conectado às redes sociais ou sites que costuma acessar, e repare na quantidade de pop-ups que pulam em seu monitor, atrapalhando um clique ou uma mensagem escrita. Provavelmente haverá unanimidade nas respostas, com exceção das empresas que disponibilizam o espaço publicitário para o próprio benefício: financeiro.

É de conhecimento comum que a publicidade é muito mais que uma apresentação de produtos, marcas, empresas e serviços. Ela gira em torno de um mercado inquieto, que busca no psicológico das pessoas um caminho para alcançar a persuasão, o convencimento. Cores, imagens, textos, design, rimas, trocadilhos, metáforas, metonímias – tudo isso contribui a favor das peças publicitárias, que estão cada vez mais refinadas e apoiadas a questões humanísticas e ambientais.

Convencer pela imagem esteticamente apreciável não é mais suficiente. Empresas buscam alternativas online para equilibrar suas veiculações, que não são poucas: revistas, jornais, outdoor, televisão, rádio, busdoor, dentre outros.  A ideia é estar em todos os lugares, comunicando a mesma coisa, mas de forma diferente e criativa, mesmo que seja necessário invadir o perfil pessoal no Facebook, adicionar um assunto promocional nos Trending Topics do Twitter ou colocar um vídeo no Youtube que abra simultaneamente ao vídeo escolhido pelo usuário.

O Google posiciona a publicidade dos seus clientes, adicionando links patrocinados nas buscas, além das campanhas acopladas ao Gmail, que acabam sendo vistas não deliberadamente através da leitura diária de e-mails. Já o Facebook utiliza ferramentas que questionam os usuários sobre suas percepções em relação às publicidades presentes na rede social. Funciona como uma enquete, onde o usuário escolhe se quer ou não receber aquele tipo de campanha ou opina sobre a relevância da mesma. É uma atitude inovadora, mas não isenta o excesso de propaganda existente. A publicidade continua no cotidiano virtual do internauta, que nem sempre tem o poder de escolha.

Enquanto a publicidade oferecer lucro às empresas, estas ações tendem a continuar. Afinal, ainda não foi encontrado um indivíduo que abandonou as redes sociais pelo uso desmedido da propaganda; reclama, mas segue acessando e motivando outras pessoas a fazer o mesmo. Para quem deseja escapar, mesmo que por algumas horas, do bombardeio da publicidade assista este trailer: http://www.youtube.com/watch?v=f9vu3dUMQ1s

Site: http://www.xlab.com.br/

Texto: Jacqueline Alves